A unidade adotou o sistema de senhas para conseguir atender a população
Nathalia Jesus Publicado em 15/06/2023, às 12h19
Moradores do Jardim Irmã Dolores, em São Vicente, estão revoltados com a fila de espera para atendimento na Unidade de Saúde da Mulher Capistrano nesta semana.
Sob anonimato, uma moradora relatou ao jornal A Tribuna que é preciso chegar de madrugada para conseguir uma senha de atendimento na unidade. Na manhã da última segunda-feira (12), foram distribuídas 20 senhas para consultas, 20 para retorno e 15 para exame preventivo.
“Eles falam: ‘Vamos nos prevenir das doenças’. Mas, quando você chega na fila para marcar uma consulta, é horrível. (...) Eles também falam que não tem necessidade de madrugar para marcar a consulta, mas, se não chegar cedo, perde”, afirmou a moradora. No entanto, ela ressaltou que os profissionais disponíveis prestam um ótimo atendimento.
Outra mulher que também frequenta a unidade de saúde disse que “é muito difícil conseguir marcar consulta, e quando conseguimos, o retorno demora ainda mais. Muitas vezes, os exames já passaram de três meses”. Ela também pede por mais vagas para consultas e mais agilidade na realização dos exames.
A Prefeitura, por meio da Secretaria de Saúde (Sesau), afirma que a unidade tem duas equipes e dois médicos também são responsáveis por atender mulheres. A Sesau destaca que a Unidade de Saúde da Mulher é voltada a mulheres e gestantes de risco de toda a Área Continental, com consultas específicas para esse tipo de atendimento.
O agendamento é feito por meio das demais unidades básicas de Saúde (UBSs) e estratégias de Saúde da Família (ESFs) da Cidade.
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