O anúncio ocorre dez meses após os temporais que deixaram 65 mortos no litoral norte de SP
Karina Faleiros Publicado em 15/12/2023, às 13h29
Nesta quinta-feira (14) o governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) lançou um programa para tentar prevenir desastres provocados por eventos climáticos extremos no estado de São Paulo.
O projeto inclui a implementação de sirenes e radares em áreas de risco. Segundo o Diário do Litoral, o anúncio acontece dez meses após os temporais que deixaram 65 mortos no litoral norte de São Paulo, sendo a maioria em São Sebastião.
O Governador Tarcísio afirmou, que serão entregues em breve mais de 700 habitações para pessoas que vivem em áreas de risco em São Sebastião.
As sirenes de alerta para temporais em áreas de risco, já começaram a ser utilizadas em São Sebastião e também serão instaladas no Guarujá, na Baixada Santista e em Franco da Rocha, na Grande São Paulo.
“Vem aí um período de chuva. As previsões mostram um período com bastante chuva. É a primeira leva de sirenes que vamos instalar em áreas de risco. É um trabalho que vai salvar vidas”, citou o governador.
Foi anunciado que mais de R$ 1,8 bilhão foi alocado em ações para minimizar o impacto das mudanças climáticas para a população. Deste total, em torno de R$ 1,4 bilhão foi destinado para prevenção de enchentes e alagamentos, em ações como a construção de novos piscinões, limpeza dos reservatórios já existentes e desassoreamento de canais e rios.
Leia também
Santos: vice-prefeita Audrey Kleys assume prefeitura por cinco dias
Mortalidade materna em estado litorâneo cai 18%
Cuidado: Defesa Civil faz alerta sobre fortes chuvas na Baixada Santista; VÍDEO
Gripe: vacinação em Santos inicia nesta terça-feira (1)
Foto mostra possível bala que teria atingido o ex-presidente dos Estados Unidos
Deivid Washington volta a trabalhar no Santos e Neymar segue focado em recuperação
Santos celebra 479 anos com show de Thiaguinho neste domingo (6)
Cuidado: Defesa Civil faz alerta sobre fortes chuvas na Baixada Santista; VÍDEO
Guarujá enfrenta falta de água com cerca de 150 mil moradores
Mortalidade materna em estado litorâneo cai 18%